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Agenda Dezembro 2005

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Principal > Agenda > Arquivo Dezembro 2005
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. Festival Etnias 2005 .
Regressa ao coração do Porto o Festival Etnias, este ano dedicado à música e dança africanas - contando também com a participação de alguns projectos de música de raíz tradicional portuguesa. A não perder, entre os dias 8 e 10 de Dezembro de 2005. Mais... .
. Sons em Trânsito 2005: Desafios para o fim do ano .
Cada vez mais os festivais de "world music" precisam afirmar-se pela qualidade e pela novidade. O Sons em Trânsito, que já vai na sua 4ª edição, aposta em trazer até nós um cartaz de nomes sonantes e também uma forte aposta em novos desafios. Mais... .
. Katia Guerreiro: Fado Maior no São Luiz .
Com uma agenda internacional recheada de concertos, a fadista Katia Guerreiro reservou duas datas para a capital portuguesa. Nos dias 9 e 10 de Dezembro, o Fado Maior sobe ao palco do São Luiz, em Lisboa. Dois espectáculos a não perder. Mais... .
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Agenda
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Dezembro 2005
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Ir para... Sons em Trânsito 2005: Desafios para o fim do ano
Cada vez mais os festivais de "world music" precisam afirmar-se pela qualidade e pela novidade. O Sons em Trânsito, que já vai na sua 4ª edição, aposta em trazer até nós um cartaz de nomes sonantes e também uma forte aposta em novos desafios. Mais...
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Dia 3 -

MU Mais...

"Mundanças", o disco de estreia dos MU revelou uma banda cheia de ideias e com vontade de inovar, de forma divertida, a música de raiz tradicional portuguesa. Este disco é um dos grande candidatos a revelação do ano e anuncia uma história de sucesso.
Tondela, Bar Novo Ciclo, Sábado, dia 3, 23:00h

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CPLP - Canções Populares de Língua Portuguesa

Nuno Guerreiro e Manuel Paulo criaram de raíz um projecto musical distinto – CPLP Canções Populares em Língua Portuguesa. Um encontro único entre dois músicos de eleição, onde a voz de Nuno Guerreiro desafia o talento musical de Manuel Paulo. Em palco os dois protagonistas rodearam-se de Massimo Cavalli (contrabaixo) e Jaume Pradas (bateria), e dois novos talentos da música portuguesa: Raquel Guerra e Filipe Gonçalves. Em conjunto irão dar nova vida a temas clássicos da música de língua portuguesa, de Portugal, Brasil, Cabo Verde... Clássicos como “Noites da Madeira” de Max, “A gente não lê” de Rui Veloso, “Tristeza” de José Mário Branco ou “Poema da farra” de Rui Mingas, em novos e requintados arranjos de Manuel Paulo, na voz de cantores tão talentosos como Nuno Guerreiro, Raquel Guerra e Filipe Gonçalves.
Sintra, Centro Olga Cadaval, Sábado, dia 3, 23:00h

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Dia 7 -

Adiafa
Os Adiafa foram um dos mais curiosos (e merecidos) fenómenos de popularidade na música de raiz tradicional em Portugal. O projecto tem grande qualidade musical e é bem humorado, o que fez dele um caso de sucesso. Por isso mesmo é um grupo bastante solicitado para concertos em todo o país.
Alcaçovas, Monte do Sobral, 4ª Feira, dia 7, 22:00h
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Dia 8 -

Djabara (Festival Etnias) Mais...

Há cerca de dois anos, em 2003, dois dos actuais membros deste grupo, encontraram-se na coincidência e tiveram uma ideia, ousaram sonhar, traçaram objectivos, e desenharam, por intuito, um projecto… É assim que nasce, na cidade do Porto, o som dos MU. A música, essa, apresenta-se tão diversa e alegre quantos os membros do grupo e é principalmente inspirada nos sons das culturas musicais europeias, através do uso e da fusão de instrumentos de todo o mundo. Já considerada uma banda de estilo "roufenho, nómada e circense" é com este mesmo perfil que vêm a conquistar rasgados sorrisos por onde actuam e a ganhar o concurso de música Folk no "Arribas Folk" em Sendim, Miranda do Douro. Festivais como o "Andanças" (em S. Pedro do Sul), o "Intercéltico de Sendim", o "Danzas sin Fronteras" (em Espanha), entre outros, serviram ainda para promover o álbum, recentemente editado, "Mundanças", e o êxito esgotante destes momentos, para reforçar a energia com que continuam a actuar. Traduzem-se em cinco os rostos deste grupo, com apenas um objectivo: fazer o mundo dançar!
Porto, Contagiarte, 5ª Feira, dia 8, 23:45h

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Olive Tree (Festival Etnias) Mais...

Há cerca de dois anos, em 2003, dois dos actuais membros deste grupo, encontraram-se na coincidência e tiveram uma ideia, ousaram sonhar, traçaram objectivos, e desenharam, por intuito, um projecto… É assim que nasce, na cidade do Porto, o som dos MU. A música, essa, apresenta-se tão diversa e alegre quantos os membros do grupo e é principalmente inspirada nos sons das culturas musicais europeias, através do uso e da fusão de instrumentos de todo o mundo. Já considerada uma banda de estilo "roufenho, nómada e circense" é com este mesmo perfil que vêm a conquistar rasgados sorrisos por onde actuam e a ganhar o concurso de música Folk no "Arribas Folk" em Sendim, Miranda do Douro. Festivais como o "Andanças" (em S. Pedro do Sul), o "Intercéltico de Sendim", o "Danzas sin Fronteras" (em Espanha), entre outros, serviram ainda para promover o álbum, recentemente editado, "Mundanças", e o êxito esgotante destes momentos, para reforçar a energia com que continuam a actuar. Traduzem-se em cinco os rostos deste grupo, com apenas um objectivo: fazer o mundo dançar!
Porto, Contagiarte, 5ª Feira, dia 8, 1:20h

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Viramundo
Caetano e Jobim de um lado, Godinho e Zeca do outro, são fonte de inspiração para originais influenciados pela afro-lusofonia e pela bossa transatlântica. Este trio, que transita do anterior projecto “Mossa Nova” - repetente no OuTonalidades -, traz-nos o bom gosto feito música e a proposta de viajar pelo “viramundo virado nas rondas das maravilhas”. Com Teresa Gentil – Piano; Miguel Cardoso – Contrabaixo, baixo e voz e Rui Silva – bateria.
Sever do Vouga, Bar do Centro das Artes e do espectáculo, 5ª Feira, dia 8, 21:30h
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Dia 9 -

MU (Festival Etnias) Mais...

Há cerca de dois anos, em 2003, dois dos actuais membros deste grupo, encontraram-se na coincidência e tiveram uma ideia, ousaram sonhar, traçaram objectivos, e desenharam, por intuito, um projecto… É assim que nasce, na cidade do Porto, o som dos MU. A música, essa, apresenta-se tão diversa e alegre quantos os membros do grupo e é principalmente inspirada nos sons das culturas musicais europeias, através do uso e da fusão de instrumentos de todo o mundo. Já considerada uma banda de estilo "roufenho, nómada e circense" é com este mesmo perfil que vêm a conquistar rasgados sorrisos por onde actuam e a ganhar o concurso de música Folk no "Arribas Folk" em Sendim, Miranda do Douro. Festivais como o "Andanças" (em S. Pedro do Sul), o "Intercéltico de Sendim", o "Danzas sin Fronteras" (em Espanha), entre outros, serviram ainda para promover o álbum, recentemente editado, "Mundanças", e o êxito esgotante destes momentos, para reforçar a energia com que continuam a actuar. Traduzem-se em cinco os rostos deste grupo, com apenas um objectivo: fazer o mundo dançar!
Porto, Contagiarte, 6ª Feira, dia 9, 1:20h

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Kátia Guerreiro Mais...

O seu primeiro álbum, “Fado Maior”, viria a ser publicado em 2001, através da editora independente Ocarina, o que não impediu que conquistasse uma galardão de prata por vendas superiores a dez mil cópias. A crítica também aclamou a sua estreia discográfica, que no ano seguinte viria a ser nomeada para o Prémio José Afonso, mas o êxito de Katia Guerreiro passou lá para fora tendo “Fado Maior” sido publicado na Coreia e no Japão e conhecido posteriormente uma edição internacional generalizada pela editora francesa L’Empreinte Digitale.
Lisboa, Teatro S. Luiz, 6ª Feira, dia 9, 21:30h

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Dia 10 -

Semente (Festival Etnias) Mais...

Com raízes artísticas de inspiração étnica e experiências diversificadas na área da música, dança, teatro, malabarismo e capoeira, o projecto Semente surge em 2001. Sem deixar de assumir as suas raízes, funde elementos tradicionais e étnicos com referências contemporâneas, tendo como objectivos, através da divulgação da sua música e dança, divertir, envolver, comunicar e sensibilizar o público para os laços ancestrais que ligam o Homem à Terra. Dança, cânticos, cor e muito ritmo são as principais características dos espectáculos dos Semente. O projecto do grupo Semente consiste essencialmente em ritmos e danças tradicionais Africanos (da costa oeste, de etnia mandinga) e Brasileiros, com influências contemporâneas da nossa sociedade. Dançarinas: Dora Borges; Mónica Silva; Teresa Fabião; Eva Azevedo.
Porto, Contagiarte, Sábado, dia 10, 1:20h

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Kátia Guerreiro Mais...

O seu primeiro álbum, “Fado Maior”, viria a ser publicado em 2001, através da editora independente Ocarina, o que não impediu que conquistasse uma galardão de prata por vendas superiores a dez mil cópias. A crítica também aclamou a sua estreia discográfica, que no ano seguinte viria a ser nomeada para o Prémio José Afonso, mas o êxito de Katia Guerreiro passou lá para fora tendo “Fado Maior” sido publicado na Coreia e no Japão e conhecido posteriormente uma edição internacional generalizada pela editora francesa L’Empreinte Digitale.
Lisboa, Teatro S. Luiz, Sábado, dia 10, 21:30h

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Adiafa
Os Adiafa foram um dos mais curiosos (e merecidos) fenómenos de popularidade na música de raiz tradicional em Portugal. O projecto tem grande qualidade musical e é bem humorado, o que fez dele um caso de sucesso. Por isso mesmo é um grupo bastante solicitado para concertos em todo o país.
Beja, Alter Eco, Sábado, dia 10, 23:00h
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Kumpa'nia Al-gazarra
Em noite de festa, a comemorar os 10 anos de actividade da d´Orefeu, surge um concerto de festa! As músicas com espírito cigano, o humor festivo e uma grande energia em palco, fazem da Kumpa’nia Al-gazarra um grupo a não perder nesta passagem por Águeda.
Águeda, Sábado, dia 10, 23:00h
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Dia 12 -

Sara Tavares
"Balancê" - que apresenta uma visão da intérprete e compositora das raízes cabo-verdianas em fusão com a cultura pop dos nossos dias. O disco teve edição em Novembro de 2005. Nele todas as composições são da própria cantora - que também tocou uma boa parte dos instrumentos. Sara Tavares ficou conhecida do grande público com a sua vitória no Festival RTP da canção - mas cedo, a cantora soube demarcar-se da melhor forma desse legado, avançando para uma carreira alternativa. A sua notoriedade viria assim a transformar-se aos poucos, tendo outro auge com a aparição em dueto com Nuno Guerreiro, da Ala dos Namorados. Hoje a crítica é unânime em reconhecer-lhe um talento próprio, confirmado disco após disco.
Lisboa, B.Leza, Sábado, dia 12, 23:00h
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Dia 15 -

António Zambujo
O fadista António Zambujo apresenta quinta-feira dia 15 de Dezembro, no Cine-Teatro Pax Julia, em Beja, um espectáculo que define como "uma síntese" da sua carreira, cantando temas do musical "Amália", onde participou, dos seus álbuns e do cante alentejano. O cantor acompanha-se a si próprio à viola e ainda por Paulo Parreira (guitarra portuguesa), Luís Pontes (guitarra clássica) e Ricardo Cruz (contrabaixo). António Zambujo afirmou à agência Lusa "procurar neste espectáculo uma música de fusão", de modo dar a ideia do trabalho que tem vindo a realizar. "Cantarei temas do teatro, dos meus dois álbuns e temas do cante alentejano que tenho pesquisado", explicou. Do musical "Amália" de Filipe La Féria, Zambujo cantará "Foi Deus" (Alberto Janes), "Fadista louco" (A. Janes) e "Fado de cada um" (Leonel Neves). Zambujo contou que a sua participação nesta peça lhe permitiu "um maior à vontade e o aprender a estar em palco". Do cante alentejano interpretará os temas "Que inveja tens tu das rosas" (tradicional de Serpa) e "Verão", entre outros.
Beja, Cine-Teatro Pax Julia, 5ª Feira, dia 15, 22:00h
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Dia 16 -

Joana Amendoeira Mais...

"Ao vivo em Lisboa" é o quarto álbum da carreira de Joana Amendoeira, que neste caso apostou na edição de um registo ao vivo, resultando do espectáculo realizado a 17 Novembro de 2004, no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa.
Abrantes, Cine-Teatro, 6ª Feira, dia 16, 21:30h

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Dia 17 -

Chuchurumel - Tapete Voador
A música tradicional portuguesa, ao passar pela peneira Chuchurumel, deixa-se influenciar por elementos contemporâneos e pelas nossas raízes musicais mais profundas. No Tapete Voador cruza-se a tradição musical popular portuguesa com o processamento digital do som, com programações e com a música electrónica. Voam todos juntos, dando assim origem a um projecto musical ímpar no panorama da música portuguesa.
Lisboa, Galeria Zé dos Bois, Sábado, dia 17, 22:00h
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Mandrágora Mais...

A fechar o ano em que os Mandrágora editaram o primeiro registo discográfico, assinalam esse feito com um concerto de "Enterro do Disco" que serve de prenúncio para a próxima etapa do grupo. Dia 17 de Dezembro, no Porto.
Porto, Passos Manuel, Sábado, dia 17, 23:30h

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Os Roncos do Diabo + Sebastião Antunes Trio
Roncos do Diabo, é o nome de um novo grupo que agora se apresenta, no Sábado dia 17 de Dezembro, no Santiago Alquimista. Os Roncos do Diabo procuram desenvolver um repertório original e inovador, inteiramente baseado nas gaitas transmontanas e percussões, a cargo de Tiago Pereira, Daniel Morgado, Victor Félix, André Ventura, Mário Estanislau e João Ventura. Na mesma noite, actua também no mesmo espaço o grupo Sebastião Antunes Trio (música folk).
Lisboa, Santiago Alquimista, Sábado, dia 17, 22:00h
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Grupo Vocal Trítono
No dia 17 de Dezembro, Évora recebe um espectáculo de fusão do Jazz com Espirituais Negros, pelo grupo vocal Trítono.
Évora, ex-celeiros EPAC, Sábado, dia 17, 22:00h
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Dia 19 -

Chuchurumel - Tapete Voador
A música tradicional portuguesa, ao passar pela peneira Chuchurumel, deixa-se influenciar por elementos contemporâneos e pelas nossas raízes musicais mais profundas. No Tapete Voador cruza-se a tradição musical popular portuguesa com o processamento digital do som, com programações e com a música electrónica. Voam todos juntos, dando assim origem a um projecto musical ímpar no panorama da música portuguesa.
Lisboa, CCB - Espaço 7 às 9, 2ª Feira, dia 19, 19:00h
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Dia 20 -

Kimi Djabaté
Obrigatório para quem gosta de música afro-mandinga. Kimi Djabaté é oriundo da aldeia de Tabato, na Guiné Bissau e Canta em língua mandinga. É um exímio tocador de balafon - tendo começado desde os oito anos de idade. O músico guineense vive em Portugal há mais de 10 anos e já Tocou com músicos como Mory Kanté Waldemar Bastos e Manecas Costa. Ultimamente, Kimi tem-se apresentado ao vivo com o projecto Tama Lá. Foi a partir desta parceria que Kimi Djabaté aproveitou o balanço e lança o primeiro disco em nome próprio, com os músicos do Tama Lá - imprimindo à música mandinga um tom de modernidade.
Lisboa, Onda Jazz, 3ª Feira, dia 22, 23:00h
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Dia 22 -

Orquestrinha do Terror
Depois sua apresentação no Phono 05, na Fonoteca de Lisboa, a Orquestrinha do Terror apresenta-se esta quinta-feira, dia 22, no Santiago Alquimista. Como refere Luis Rei das Crónicas da Terra: "Ao enorme caldeirão musical dos balcãs e da música de casamentos klezmer, fortemente marcada pela dupla de clarinetes soprano e baixo, a Orquestrinha acrescenta-lhe free-rock e free-jazz da cultura judaica radical da Knitting Factory. Tratam as suas composições como se de uma banda sonora de um filme policial se tratasse. Mas toda a densidade do "enredo", evoca também a violência das imagens do autoritarimo grotesco pintadas a sépia e o ethnic-brass-punk-kosher-khebab-jazz dos finlandeses Alamaailman Vasarat".
Lisboa, Santiago Alquimista, 5ª Feira, dia 22, 22:00h
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Dia 28 -

Kimi Djabaté
Obrigatório para quem gosta de música afro-mandinga. Kimi Djabaté é oriundo da aldeia de Tabato, na Guiné Bissau e Canta em língua mandinga. É um exímio tocador de balafon - tendo começado desde os oito anos de idade. O músico guineense vive em Portugal há mais de 10 anos e já Tocou com músicos como Mory Kanté Waldemar Bastos e Manecas Costa. Ultimamente, Kimi tem-se apresentado ao vivo com o projecto Tama Lá. Foi a partir desta parceria que Kimi Djabaté aproveitou o balanço e lança o primeiro disco em nome próprio, com os músicos do Tama Lá - imprimindo à música mandinga um tom de modernidade.
Lisboa, B.Leza, 4ª Feira, dia 28, 23:00h
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