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Destaques |
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Espectáculos |
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Festival Multimúsicas em Lisboa |
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Os norte-americanos Klezmatics, o zairense Ray Lema e os
portugueses Terrakota são
alguns dos nomes que vão figurar no cardápio do Multimúsicas 2001 - músicas vindas dos
quatro cantos do mundo, a animar as Festas de Lisboa, de 16 a 22 de Junho.  |
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Festival de Homenagem a José Afonso |
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Milladoiro, Carlos Nuñez, Paco Ibañez e Maria
del Mar Bonet são alguns dos vizinhos, que ao lado de Amélia Muge, Manuel Freire, Negros
de Luz e José Medeiros, darão corpo à homenagem da Cidade de Coimbra ao filho da
cidade, Zeca. De Maio até Julho.  |
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Espaço Fala-Só: Programação para Junho |
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A Programação mensal do Espaço Fala-Só para o mês de Junho
traz-nos várias propostas de Dança, Música, exposições e teatro - num espaço que se
propõe a explorar vários cenários alternativos daquilo que acontece culturalmente na
capital.  |
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Arquivo |
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Maio 2001
- Abril 2001
- Março 2001
- Fevereiro
2001
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2000 |
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Canais |
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At-Tambur
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Instrumentos
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Outros
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Musicais
Agenda |
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Junho 2001 |
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Dia 1 - |
Pedro Jóia
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Pedro
Jóia apresenta-se no dia 1 de Junho no Grande Auditório do CCB, trazendo a público o
seu próximo disco "Variações sobre Carlos Paredes", um encontro marcado entre
a obra de um mestre e a consagração do Guitarrista.
Lisboa, Grande Auditório do CCB, dia 1, 6ª feira, às 21:30h |
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Ghazal Ensemble (Cantigas do
Maio)  |
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Na
tradição persa, o ghazal é um género específico de poesia - lírica - que se
caracteriza por uma combinação pouco comum entre uma espiritualidade extática e os
desejos terrenos, o amor divino e o amor erótico.O ghazal espalhou-se por toda a Arábia,
Pérsia e Turquia, sobretudo nos séculos XIII e XIV e deriva de uma palavra árabe para
designar o amor, tanto a canção como o poema. Na Índia o ghazal evoluiu para uma forma
de música semi-clássica muitas vezes baseada nas ragas, que nos dias de hoje toma a
forma de uma balada de amor e que se mantem popular sobretudo entre os Hindus do norte,
embora a indústria cinematográfica lhe tenha conferido uma amplitude nacional. Ghazal
foi por tudo isto o nome escolhido para esta colaboração entre um músico iraniano
Kayhan Kalhor e um músico indiano Shujaat Husain Khain.
Seixal, Tenda Mundet, dia 1, 6ª feira, às 21:30h |
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Between Times (Cantigas do
Maio)  |
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O
grupo Between Times é sediado em Jerusalém, é formado por árabes e israelitas,
reflectindo na música que fazem, a invulgar diversidade musical do Médio Oriente,
viajando entre diferentes eras e épocas (por isso o nome Between Times), acreditando que
o diálogo musical que promovem pode ser um contributo importante para um outro mais
alargado.
Seixal, Tenda Mundet, dia 1, 6ª feira, às 23:00h |
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Danças
Ocultas |
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Danças
Ocultas é uma formação musical para quatro concertinas, que partiram da ideia de Artur
Fernandes ao criar e adaptar variado repertório unicamente para ser tocado num conjunto
com estes magníficos instrumentos. (participação no espectáculo de homenagem ao
violinista Yehudi Menuhin)
Lisboa, Teatro Maria Matos, dia
1, 6ª feira, às 21:30h |
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Camané |
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Espectáculo
com uma das maiores revelações do Fado de Lisboa.
Oeiras, Largo da Câmara
Municipal, dia 1, 6ª feira, às 22:00h |
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Dundumba,
Gaitafolia e Os Chocalhos |
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No
próximo dia 1 de Junho, dia da criança, a Câmara Municipal de Évora vai comemorar os
500 anos do Foral da Cidade, com um desfile medieval por toda a cidade. Muita música,
danças e gente vão estar presentes neste evento onde também não vão faltar os trajes
da época. Entre vários tipos de animação que vão encher as ruas da cidade, a música
vai ter - naturalmente - um lugar de destaque, levada a cabo pela gaitafolia, a banda de
gitas da Associação Gaita de Foles, o Dumdumba, grupo de percursões e artes
perfomáticas e, mais para o fim da noite, um baile de danças tradicionais europeias com
Os Chocalhos. Estes são alguns dos argumentos para que visite Évora nesta Sexta-Feira.
Mais detalhes pode encontrar no Site da Pédexumbo, associação colaboradora com o
Evento.
Évora, Praça do Giraldo e ruas
da Cidade, dia 1, 6ª feira |
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Raul Marques
e os Amigos da Salsa  |
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A
primeira apresenção pública de "Hotel Corazón" de Raul Marques e os Amigos
da Salsa é já no próximo dia 1 de Junho (sexta-feira), no Porto - numa festa que conta
com a participação especial da Escola de dança "Sabor Latino".
Porto, Habana Café, dia 1, 6ª feira, às 23:00h |
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Djumbai Jazz
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É
uma dádiva poder partilhar mais uma vez a riqueza da musica dos Djumbai Jazz e penetrar o
interior de uma das mais fascinantes culturas musicais do mundo: a Mandinga (ou Mandinka).
Qualquer pessoa que alguma vez se tenha sentido tocada pela musica africana, que sonhou,
viajou e sobretudo goste de aprender, não pode de maneira nenhuma faltar ao encontro com
estes Mestres Djumbai, artesãos de ritmos e melodias tão fluidas que parecem
impossíveis, musica que imana uma claridade hipnótica, intensa e inocente.
Maio Coope: voz e percussão | Galisa: kora |
Sidi: guitarra electica | Sadjo: guitarra acustica | Samuel Sá: Percussão | Kamará:
percussão
Lisboa, Espaço Fala-só, 6ª feira, dia 1, às 22:00 |
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Dia 2 - |
Luzmila Carpio (Cantigas do
Maio)  |
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Quando
pensamos em música da América Latina, pensamos normalmente em flautas andinas, ponchos e
canto em língua espanhola. Nada disto vamos ver ou ouvir durante o concerto de Luzmila
Carpio. Embora esteja presente a flauta acompanhada pelo tambor e pelo não tão conhecido
charango (o único instrumento de cordas dos Andes, que é uma cópia rudimentar da
guitarra espanhola feita a partir da carapaça do tatu), o que surpreende de imediato é o
canto em língua indígena, tão raro de se ouvir, mas o que espanta verdadeiramente é a
voz de Luzmila Carpio! É uma voz sobreaguda, luminosa, de cristal, divina. É uma voz que
imita o canto dos pássaros ou das crianças. É uma voz que canta canções de embalar,
louvores à terra mãe Pachamama, ao pai sol.
Seixal, Tenda Mundet, dia 2, Sábado, às 21:30h |
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DD Synthesis (Cantigas do
Maio)  |
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Já
por si o nome escolhido, DD Synthesis, faz alguma luz sobre o projecto destes oito
músicos profissionais, que têm como propósito combinar os sons tradicionais com
arranjos contemporâneos, de modo a criarem uma síntese cultural. DD Synthesis foi
formado em 1995, tendo editado o seu primeiro disco em 1997. Nele estava presente a
riqueza musical da Macedónia, resultante das várias identidades culturais que a povoam:
albaneses, turcos, ciganos, sérvios, gregos e mesmo uma pequena comunidade de origem
egípcia. Essa edição foi na altura um marco, pela sábia combinação do som dos
instrumentos populares tradicionais com arranjos contemporâneos e não passou
despercebida, entre outros, à editora americana Ellipsis Arts, que incluiu esse trabalho
na compilação Unblocked- The Music of Eastern Europe.
Seixal, Tenda Mundet, dia 2, Sábado, às 23:00h |
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Wawadadakwa
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A
Wawadadakwa é uma banda única. Este colectivo de Antuérpia traz-nos festa e musica de
dança para todos os gostos. Improvisação, muita expontaneidade e algum humor teatral.
Tudo em função do seu objectivo primordial: fazer musica dançável. O repertório
assenta em composições originais temperadas em melodias tradicionais e standards de
jazz, matéria- prima a ser cozinhada à maneira Wawa. Sons Afro-cubanos cruzam-se com o
pulsar do Norte de Africa, o exotismo do Leste de Europa e até musica pop dos anos 80,
tudo isto assente numa panóplia bem condimentada por ritmos contemporâneos. Acima de
tudo, eles são um grupo de amigos que adoram fazer musica e traze-la até nós na maneira
mais cativante que possamos imaginar. (www.wawaddakwa.com)
Stefaan Blancke:saxofones e trombone | Simon
Pleysier: guitarra | Kobe Proesmans: percussão e violino | Winok Seresia: bateria e
trompete | Steven van Gool: contrabaixo e baixo eléctrico
Lisboa, Espaço Fala-só, Sábado, dia 2, às 22:00 |
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Dia 4 - |
Luis Baptis |
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Aliando
a tradição das guitarras portuguesas a harmonias clássicas e contemporâneas, a música
de LUÍS BAPTIS é sem fronteiras e... atípica. Ao tocar músicas clássicas e
contemporâneas com instrumentos tradicionais portugueses e ao fazer-se acompanhar por um
quarteto de cordas clássico, LUÍS BAPTIS, torna a sua música acessível a todo o tipo
de público, idades e gostos confundidos.
Coruche, dia 4 de Junho, 2ª Feira, às 21:30h |
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Dia 5 - |
Manuel
Freire, Paco Ibanez (Festival José Afonso 2001) |
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Coimbra
acolhe pela sétima vez o festival bienal de música com o nome de um dos mais ilustres
filhos da cidade: Zeca Afonso. O tema Zeca, Nós e os Vizinhos é o ponto de
partida para um mês de espectáculos.
Coimbra, Teatro Gil Vicente, dia 5, 3ª Feira, às
21:45h |
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Dia 7 - |
Trio
Galhardia  |
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Este trio dedica-se essencialmente à interpretação de música medieval
e renascentista. Os seus elementos possuem uma vasta experiência em grupos do género (La
Batalha, Concerto Atlântico, Capele Lusitana, Canora Turba, Concertos Anonymus). Procuram
agora inovar sonoridades na música antiga, combinando a voz e o alaúde com instrumentos
de sopro ainda pouco conhecidos em portugal, como o cromorne e a cornamusa.
SUSANA MOODY contralto e viola da gamba | DIANA MATOS alaúde
| NUNO LAMAS flauta de bisel, cromorne e cornamusa.
Lisboa, CCB - Espaço 7 às 9, 5ª Feira, dia 7, às 19:00h |
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Dia 8 - |
Duo Aché
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Uma
mostra da cultura afro-cubana, uma antologia musical das nossas raízes, executada de modo
virtuoso e conceptual. Danzones, contradanças, canciones de cuna (embalar), standards de
jazz tradicional, samba, bossanova
Na sua maioria, géneros afro-cubanos
interpretados pelo saber e magia de um piano e de um conjunto de percussões que esperam
conseguir chegar ao público através da simbologia da linguagem yoruba, que o nome Aché
(boa sorte) significa.
OSVALDO PANEQUE percussão | OLIVIO PINO
piano.
Lisboa, CCB - Espaço 7 às 9, 6ª Feira, dia 8, às 19:00h |
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Adufe  |
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O
Conceito de Salgueiro para o projecto "Adufe", partiu da ideia de agigantar este
grande instrumento de percussão da Beira-Baixa, tendo-se construído quatro réplicas de
grande formato, cujos maiores atingem um metro e meio quadrado.
Stª Maria da Feira, dia 8, 6ª Feira |
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ÓdaGaita |
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O
grupo Ódagaita desenvolveu-se à volta do gosto pelos sons naturais e pelos nossos poetas
populares, aliados à força que vem da terra. São estes os argumentos que constituem a
sua alegria e vontade de tocar. No primeiro trabalho optaram por gravar autores
conhecidos, adaptando os arranjos a um som próprio - tendo sempre em mente um próximo
trabalho de originais, que está neste momento a ser alvo de todas as energias do grupo.
Loures, Pavilhão Paz e Amizade, dia 8, 6ª Feira |
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Alambique
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Os
"Alambique" nasceram em 1998 de um desejo comum de recriar um património
musical com raízes em toda a Europa. Misturando instrumentos como a sanfona, a guitarra,
a gaita de foles, combinadas com vozes e percussões, pretendem não só um deleite
auditivo, como também a interacção com o público através da dança, uma vez que
vários dos temas que interpretam são danças tradicionais, como por exemplo valsas,
bourées, mazurcas, círculos, scotishes, chapaloises, rondós, pasodobles, etc.
Em todos os seus ensaios e actuações, mantém-se presente um objectivo, fortalecido pelo
gosto pela música: o de avivar raízes, tradições e histórias de pessoas de toda a
Europa, para que não caiam no esquecimento do tempo...
Eduardo Monteiro - Sanfona e voz | Maria Xosé
Lopez: sanfona, voz e percussões| Inês Andrade - Voz | Marie Beatriz Lúcio - Gaita de
foles, flautas e voz | Paulo Galão - Guitarra clássica | Nuno Patrício - Percussões
Lisboa, Espaço Fala-só, 6ª feira, dia 8, às 22:00 |
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Dia 9 - |
At-Tambur  |
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Baile
de danças europeias, onde se pode dançar ao som de um repertório composto por temas
originais e outras tantas peças tradicionais de vários pontos da Europa, fazendo-se a
fusão de vários estilos musicais.
Nisa, dia 9, Sábado |
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ÓdaGaita |
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O
grupo Ódagaita desenvolveu-se à volta do gosto pelos sons naturais e pelos nossos poetas
populares, aliados à força que vem da terra. São estes os argumentos que constituem a
sua alegria e vontade de tocar.
Chaves (Comemorações do Dia de Portugal), dia 10, Domingo |
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Gaiteiros de
Lisboa |
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O
som, fresco, que percorre vales, montanhas, fragas e planícies. Abençoam-se as as
raízes de uma música popular portuguesa criada por músicos urbanos empenhados em juntar
harmonias das Beiras, do Alentejo e do Minho. Bombos e gaitas combinam as sonoridades
aerofónicas com a nossa expressão musical.
Gaia, Gulpilhares, dia 9, Sábado |
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Dia 10 - |
Moçoilas |
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O
Grupo Moçoilas parte da recuperação de músicas tradicionais do Algarve, este grupo
vocal de Faro interpreta velhas e novas canções da Serra do Caldeirão, com algumas
incursões ao Alentejo e à raia de Espanha, sempre de modo original. O seu repertório
integra, na maior parte, cantigas populares tradicionais da região, férteis no praguejar
algarvio e nas saudáveis malandrices que dão o picante às histórias simples dos amores
e às criticas sociais.
Alcoutim, Domingo, dia 10 |
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ÓdaGaita |
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O
grupo Ódagaita desenvolveu-se à volta do gosto pelos sons naturais e pelos nossos poetas
populares, aliados à força que vem da terra. São estes os argumentos que constituem a
sua alegria e vontade de tocar. No primeiro trabalho optaram por gravar autores
conhecidos, adaptando os arranjos a um som próprio - tendo sempre em mente um próximo
trabalho de originais, que está neste momento a ser alvo de todas as energias do grupo.
Chaves (Comemoração do dia de Portugal) dia 10, Domingo |
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Gaiteiros de
Lisboa  |
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Os
Gaiteiros de Lisboa é um dos grupos mais emblemáticos a trabalhar à volta de argumentos
musicais retirados das nossas raízes. Estes Gaiteiros, reforçados por um importante
marco na história de qualquer grupo, que consiste na gravação de um album ao vivo, têm
agora, mais do que nunca, os argumentos para realizar um espectáculo único.
Stª Maria da Feira, dia 10, Domingo |
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Dia 11 - |
Nuno Ferreira
Quinteto  |
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Este
quinteto participou em alguns dos mais conceituados festivais de jazz portugueses como
Jazz em Agosto Fundação Gulbenkian/Acarte, Festival de Jazz de Matosinhos,
Festival de Jazz de Loulé, Loures Jazz, entre outros. O grupo movimenta-se na estética
do jazz moderno e nele já participaram alguns dos mais talentosos jovens músicos da cena
jazzística nova-iorquina e europeia, sendo o repertório constituido por composições
originais dos seus elementos. O CD - Long-distance calls, editado pela Fresh
Sound New Talent, é uma referência obrigatória para qualquer amante de música.
Nuno Ferreira: guitarra | Kris Bauman:
saxofones | Albert Sanz: piano | Alexis Cuadrado: contrabaixo | Jochen Rueckert
bateria
Lisboa, Espaço Fala-só, 2ª Feira, dia 11 às 22:00 |
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Dia 12 - |
João Lóis,
Lluis Llach (Festival José Afonso 2001) |
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Coimbra
acolhe pela sétima vez o festival bienal de música com o nome de um dos mais
ilustres filhos da cidade: Zeca Afonso. O tema Zeca, Nós e os Vizinhos é o
ponto de partida para um mês de espectáculos.
Coimbra, Teatro Gil Vicente, dia 12, 3ª Feira, às
21:45h |
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Nuno Ferreira
Quinteto  |
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Este
quinteto participou em alguns dos mais conceituados festivais de jazz portugueses como
Jazz em Agosto Fundação Gulbenkian/Acarte, Festival de Jazz de Matosinhos,
Festival de Jazz de Loulé, Loures Jazz, entre outros. O grupo movimenta-se na estética
do jazz moderno e nele já participaram alguns dos mais talentosos jovens músicos da cena
jazzística nova-iorquina e europeia, sendo o repertório constituido por composições
originais dos seus elementos. O CD - Long-distance calls, editado pela Fresh
Sound New Talent, é uma referência obrigatória para qualquer amante de música.
Nuno Ferreira: guitarra | Kris Bauman:
saxofones | Albert Sanz: piano | Alexis Cuadrado: contrabaixo | Jochen Rueckert
bateria
Lisboa, Espaço Fala-só, 3ª Feira, dia 12 às 22:00 |
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Céltica  |
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Os
Ingleses Celtica nasceram da ideia explorar os sons de uma música que há muito se
encontrava esquecida e perdida nas memórias de tempos antigos. Este projecto encontra-se
alinhado estéticamente com algumas das suas principais referências: os "The
Chieftains" e galego Carlos Nuñez...
Stª Maria da Feira, Festival
Medieval, dia 12, 3ª feira, às 23:00h |
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Dia 13 - |
Céltica |
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Os
Ingleses Celtica nasceram da ideia explorar os sons de uma música que há muito se
encontrava esquecida e perdida nas memórias de tempos antigos. Este projecto encontra-se
alinhado estéticamente com algumas das suas principais referências: os "The
Chieftains" e galego Carlos Nuñez...
Coimbra, Café-Concerto Le Son,
dia 13, 4ª feira, às 23:30h |
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Dia 14 - |
Fado com
Natália Escoval  |
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É
uma das vozes da nova geração de fadistas, ou melhor, uma das herdeiras desta canção
popular urbana. Pode ser incluída no mesmo grupo de boas vozes da passagem do milénio.
Natália Escoval passou por diversas casas de fado, tais como o Café Luso e o
Velho Páteo DSantana e, actualmente, enriquece as noites lisboetas, cantando
e encantando na Taverna do Embuçado.
NATÁLIA ESCOVAL fadista | JOSÉ ELMIRO
NUNES guitarra portuguesa | JOSÉ ANTÓNIO MENDES viola de fado.
Lisboa, CCB - Espaço 7 às 9, 5ª Feira, dia 14, às 19:00h |
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Beltane,
Sianna (Festival Com.Tradições) |
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Beltane
(Música Irlandesa) e Sianna - Sons do Mundo (Música étnica) a abrir a primeira edição
do Festival Com.Tradições.
Alcanena, Olhos de Água, dia 14, 5ª Feira |
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Poetas e
Música de Cabo Verde  |
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Com:
Alexandre Cunha, Xan, José Luís Hopffer Almada, José Luís Tavares, Daniel Rendall e
convidados.
Lisboa, Espaço Fala-só, 5ª feira, dia 14, às 22:00 |
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Moçoilas |
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O
Grupo Moçoilas parte da recuperação de músicas tradicionais do Algarve, este grupo
vocal de Faro interpreta velhas e novas canções da Serra do Caldeirão, com algumas
incursões ao Alentejo e à raia de Espanha, sempre de modo original. O seu repertório
integra, na maior parte, cantigas populares tradicionais da região, férteis no praguejar
algarvio e nas saudáveis malandrices que dão o picante às histórias simples dos amores
e às criticas sociais.
Lagoa, Convento de S. José, 5ª feira, dia 14 |
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Dia 15 - |
Tribos
Unidas, Djamboonda (Festival Com.Tradições) |
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Música
Africana com os Tirbos Unidas e os Djamboonda, no segundo dia desta edição do Festival
Com.Tradições.
Alcanena, Olhos de Água, dia 15, 6ª Feira |
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José Mário
Branco |
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Oportunidade
para conviver com a obra de José Mário Branco, um dos ícones da canção de
intervenção e da palavra de ferro, companheiro de músicas de Zeca Afonso e colaborador
em inúmeros projectos da Música popular portuguesa, ao longo dos últimos trinta anos.
Porto, Teatro Campo Alegre, dia 15, 6ª Feira, às
21:30h |
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Mistura Pura
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O
Groove Latin Funk de Mick Mengucci & amigos
(www.misturapura.net)
Lisboa, Espaço Fala-só, dia 15, 6ª feira, às 22:00 |
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Hevia (Festival Sete Sóis Sete Luas)  |
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Hevia
é um gaiteiro das Astúrias que fez furor ao tocar nos seus espectáculos uma gaita
electrónica, desenvolvida pelo próprio músico. Os seu segundo disco "Terras de
Nadir" - que faz a mistura de sons tradicionais com a electrónica e os sons da
música das cidades, teve um impacto muito forte no público por toda a Europa.
Stª Maria da Feira, Piscinas,
dia 15, 6ª feira |
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Céltica |
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Os
Ingleses Celtica nasceram da ideia explorar os sons de uma música que há muito se
encontrava esquecida e perdida nas memórias de tempos antigos. Este projecto encontra-se
alinhado estéticamente com algumas das suas principais referências: os "The
Chieftains" e galego Carlos Nuñez...
Praia da Rocha, dia 15, 6ª feira, às 22:00h |
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Dia 16 - |
Mostar Sevdah Reunion (Festival
Multimúsicas)  |
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Uma
postura algo invulgar surgiu com estes "Mostar Sevdah Union" - que deram os seus
primeiros passos durante a guerra na Bósnia e Herzegovina - onde a música apareceu como
uma forma de reflectir muitos dos problemas e anseios que se viveram em batalhas
sangretas.
Lisboa, Cais do Gaz, dia 16, Sábado, às 21:30h |
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Esma Rezdepova (Festival
Multimúsicas)  |
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Esma
Redzepova é mundialmente conhecida pela "Rainha dos Ciganos", sendo considerada
tão exuberante quanto a sua própria música. Esma canta e dança com enorme sentimento,
em que a sua voz vibrante acaba por fascinar todos os que a ouvem e vêm.
Lisboa, Cais do Gaz, dia 16, Sábado, às 23:00h |
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Os Chocalhos,
Terrakota (Festival Com.Tradições) |
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Baile
de Danças Tradicionais Europeias com os Chocalhos e um estilo Afro-Reggea com os
Terrakota.
Alcanena, Olhos de Água, dia 16, Sábado |
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Lelía Doura |
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Recentemente
o grupo musical nascido da Associação Lelía Doura, que se dedica em grande parte ao
estudo e aprendizagem da Gaita de Foles, irá até ao final do ano realizar diversos
concertos musicais, estreando uma formação constituída por cinco gaitas, acordeon,
guitarras acústicas, bandolim, flautas de bisel, clarinete, saxofone alto, vozes e
percussões variadas (caixas, bombos portugueses, bombo galego, tambores portugueses e
galego, timbalões, pandeiretas e dejembé).
Condeixa, dia 16, Sábado |
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Melodias do
Vento  |
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A
paixão pela música tradicional fez nascer o Grupo MELODIAS DO VENTO, tendo como
ponto de partida a necessidade de partilhar um pouco da cultura das "nossas
gentes" enriquecida pelas vivências pessoais e musicais de cada um dos membros. O
grupo pretende dar a conhecer e divulgar a cultura de um povo tantas vezes esquecida, que
ao longo de séculos utilizou a música como forma de transmitir os seus sentimentos.
Gil Costa: voz, percussão, baixo,
gaita de foles e viola ritmo | José Marques: voz, piano e bandolim | Rita Marques: voz e
percussões | Ana Sousa: percussões | André Sousa: cavaquinho e percussões | Luís
Gonçalves: guitarra clássica | Teresa Xavier: flauta transversal e acordeão
Lisboa, Espaço Fala-só, Sábado, dia 16, às 22:00 |
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Vá-de-Viró |
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Os
Vá-de-Viró são um grupo de 12 músicos, cujos objectivos são a recuperação,
preservação e divulgação do património musical e instrumental português e europeu,
tentando caracterizá-lo ao mesmo tempo com arranjos próprios de um grupo com
influências musicais diversas. O significado do termo "Vá-de-Viró" vem da
forma como se dá ordem para fazer virar o barco ou uma expressão usada pelos pescadores
algarvios para fazerem parar o barco quando está a varar.
Carvoeiro (Algarve), dia 16, 6ª feira |
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Dia 17 - |
Dixie Peppers (Festival
Multimúsicas)  |
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Lou
Grassi é um dos mais consagrados bateristas da cena Free-Jazz, formando em 1984 os Dixie
Peppers, um sexteto orientado para os Swings - projecto que acabaria por benificiar do seu
ecletismo e experiência.
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