
Fonte: PedeXumbo
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Programa Musical
Dia 22 (Cabo-Verde) Sossabe

Dia 23 (Espanha)
Gaida

Dia 24 (Portugal)
Realejo

Dia 25 (Galiza)
Ruote

Dia 26 (Cabo
Verde) Raiz di Polon

Dia 27 (Caramulo)
Toques do
Caramulo 
Dia 28 (Rússia)
Dobranotch

Dia 29 (Portugal)
Salamander

Dia 30 (Europa)
Ulman

Dia 1 Orquestinha
da Pena 
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Évora
Feira de S. João em
Évora
Évora, de 22 de Junho a 1 de Julho de 2001
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Para mais informações consulte o
site da PedeXumboÉvora
vai encher-se durante mais de uma semana com danças da Rússia, Grécia, Cabo Verde,
Brasil, Galiza, Alemanha, Portugal - interpretadas pelos grupos Dobranotch, Gaida,
Orquestinha Da Pena, Raiz Di Polon, Realejo, Ruote, Salamander, Sossabe, Toques Do
Caramulo e Ulman.
Mais um verão chega e com ele as festas e romarias que animam os povos das
várias localidades portuguesas. Muitas destas festas têm origens religiosas ou pagãs,
cujos rituais se vão, pouco a pouco, transformando com o passar dos anos.
As fogueiras sobre as que temos que saltar para afastar os maus espiritos; a
água perfumada com pétalas de flores - com a qual nos temos de lavar na manhã do S.
João para purificarnos - e muitos outros ritos que são vividos pelo povo, estão
associadas ao ciclo da vida e das tarefas do campo.
Em Évora o S. João faz mexer a cidade, que durante 10 dias vai trazer grupos
de música, de danças, teatro e marionetes e muitas outras diversões para todos os
gostos. Todos os dias, ao fim da tarde, é possível aprender danças tradicionais de
vários pontos do globo e à noite, junto ao palco situando nas traseiras do Palácio de
D. Manuel no Jardim Municipal de Évora, vão acontecer vários concertos, onde é
possível, sobretudo, dançar!
6ª Feira, 22 de Junho, às 23h00
Sossabe
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Sossabe é um grupo musical de características instrumentais que se formou no
início dos anos 80, em torno do guitarrista Armando Tito, que é talvez o músico que, na
diáspora, se mantém mais fiel às raízes da música tradicional das ilhas de Cabo
Verde. Depois de alguma inactividade, o grupo reaparece renovado, mantendo
contudo a sua vocação divulgadora da mais genuína música de Cabo Verde, integrando
músicos caboverdianos e portugueses. Estes últimos, instrumentistas de grande qualidade,
aderiram ao projecto de forma entusiástica, tornando assim esta formação, de certo
modo, mais eclética e inovadora. 
Sábado, 23 de Junho, às 23h00
Gaida
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Gaida oferece um espectáculo de música baseado em ritmos mediterrâneos e
também na música antiga espanhola; música de corte tradicional e de composição
própria, resultando num espectáculo com cerca de 1 hora e 30 minutos. Gaida realiza um
espectáculo elaborado e dirigido para sobretudo para crianças, adaptando-se a várias
idades, tendo editado o seu primeiro trabalho discográfico em Fevereiro de 2001. Recorrem
a instrumentos antigos e sempre que possível à participação do público, tornando as
suas actuações contagiantes. O grupo interpreta ao vivo danças galegas, balcânicas,
israelitas, italianas, espanholas e irlandesas. 
Domingo, 24 de Junho, 23h00
Realejo
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Criado em Coimbra, em 1990, o grupo Realejo combina sonoridades da música
tradicional portuguesa e europeia com música de câmara. Daqui resulta um trabalho de
excelência que conta com instrumentos acústicos e tradicionais, alguns deles criados
pelo líder do grupo Fernando Meireles, um especialista em sanfonas e cavaquinhos. A
singularidade do projecto e a seriedade do trabalho deste grupo garantiram-lhe um lugar no
quadro da música portuguesa dos anos 90 e uma presença assinalável além fronteiras. O
grupo alterou recentemente a sua formação original, passando a contar com um
percussionista, dando mais força e vivacidade à sua música. 
Segunda, 25 de Junho, às
23:00h
Ruote
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O grupo nasce a partir do trabalho de recolhas musicais realizado
na galiza pelos seus cinco membros, desde 1991. O repertório do grupo abrange as quatro
províncias galegas (Corunha, Lugo, Ourense e Pontevedra), trabalhando á volta de
instrumentos tradicionais como a Gaita de Foles, a Voz, pandeireta, tamboril, bombos,
pratos, concertina, vieiras e ferrinhos. O primeiro disco surgiu em 1998, durante uma
digressão pela Escócia. O então denominado "Route Em Edinburgo" rendeu-lhes
uma nova digressão pela escócia. Já em 1999 e 2000, o grupo realiza vários
espectáculos na Galiza e grava o seu segiundo disco, "Non Canto, nin Tampouco",
em que contaram com a colaboração da gaiteira Susana Seivane. O nome "Ruote"
vem de vem de "pequena Ruada" e que espelha as foliadas que se vivem nos
concertos deste grupo. 
Terça, 26 de
Junho, às 23h00
Raiz di Polon
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Raiz di Polon foi fundado em 1991 em Cabo Verde, como um dos muitos
grupos de dança cabo-verdianos que existem nas várias ilhas do arquipélago. Em 1994
entraram em contacto com a dança contemporânea europeia, através do projecto e
espectáculo Dançar Cabo Verde, de Clara Andermatt e Paulo Ribeiro, e ficaram fascinados.
Muitos dos bailarinos da companhia continuaram a dançar nas peças
caboverdianas de Clara Andermatt, e Raiz di Polon começou a organizar
workshops e aulas de dança em Cabo Verde, no âmbito do projecto DANÇAR O QUE É NOSSO.
A partir daí, os membros da companhia embarcaram por um caminho difícil, mas
extremamente cativante, na procura de novos rumos para a dança cabo-verdiana. Em 1998,
Raiz di Polon criou a sua primeira peça de dança contemporânea, Até ao
fim, que foi apresentada em Cabo Verde e Portugal. Depois criaram Pêtu,
da autoria de Mano Preto, por encomenda do festival DANÇAS NA DIDADE 99, que estreou em
Lisboa em Novembro 1999 e foi também apresentado em Cabo Verde e na Expo 2000 Hannover.
CV Matrix 25 é a mais recente criação, de novo coreografada por Mano Preto.
Para o ano de 2001 está prevista uma nova criação, coreografada por Zema Monteiro:
"Konquista", a estrear em Junho de 2001 no Centro Cultural de Belém. 
Quarta, 27 de
Junho, às 23h00
Toques do Caramulo
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O Grupo Toques do caramulo faz a reinvenção musical do
repertório tradicional da encosta serrana do conselho de Águeda, explorando um
repertório baseado em temas da Serra do Caramulo. Este projecto iniciou-se à cerca de
cinco anos, tendo participado em eventos como o "Andanças" e "Ainda é
verão no Caramulo". 
Quinta, 28 de
Junho, às 23h00
Dobranotch
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Dobranotch (Boa noite em Russo) foi fundado em 1997, tendo sido
formado em França por três Músicos russos de St. Petersburg. Segundo os próprios
músicos: "Começamos por tocar música Irlandesa, misturada com repertório
medieval, mas agora estamos mais interessados em tocar e difundir a cultura do nosso
país". E assim foi; ao longo do tempo o grupo começo a olhar cada vez mais para
leste, dedicando-se às velhas canções russas e da região dos Balcãns. A maioria dos
músicos não tem formação musical e grande parte da sua aprendizagem fez por conta de
contactos com as populações locais, livros e discos... Os Dobranotch propõem-se, assim,
a manter viva a música do seu povo dando-lhe um toque de modernidade, utilizando
exclusivamente instrumentos acústicos. 
Sexta, 29 de Junho,
às 23h00
Salamander
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Os Salamander surgiram em Outubro de 2000, pela mão de três
elementos que habitualmente animam as noites do bar Irlandês "O'Gillíns", em
Lisboa. Um desses músicos, o Eduardo Monteiro, faz também parte dos Alambique, e desde
há muito que está ligado às músicas de tradição europeia. Este trio partilha um
interesse comum pelas sonoridades da música irlandesa, francesa, Escandinava e claro,
Irlandesa. Em conjunto, este trio procura transmitir a força musical dos vários
instrumentos que tocam: Sanforna, Gaita Galegas, Guitarra, Bouzouki, percussões, flauta
transversal e voz. 
Sábado, 30 de
Junho, às 23h00
Ulman
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Em 1994 os irmãos Johanes e Andreas Uhlmann, na altura com 18 e 17
anos, venceram um concurso de música tradicional alemã, tocando violino e trombone. A
carreira deste duo consolidou-se através da participação em dezenas de festivais na
Europa e na conquista de vários prémios. Dois anos mais tarde, em 1996, os Ulman lançam
o seu primeiro CD, com especial destaque para três composições originais de Uhlmann,
onde explora a sua grande criatividade e mestria como executante de Sanfona. Este grupo
desenvolve-se em torno de linguagens que vão desde o folk, o jazz, o rock, a música
moderna, mantendo a sua forte ligação à música tradicional europeia. 
Domingo, 1 de Julho, às
23h00
Orquestinha da Pena
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O espectáculo da Orquestinha da Pena, com uma duração aproximada
de duas horas de autêntica folia, aborda estilos musicais tão distintos como o Jazz, o
tango, a música Klezmer, oriental, latina, passando também pelo samba e pela bossanova.
O grupo apresenta-se vestido de uma forma bizarra e divertida, sendo liderado por um
animador que executa determinados números de circo, levando o público a participar, a
rir e a dançar... 
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