Vários
José Barros e Navegante
A tradição renova-se
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Abril 2004 Dia 23 Lisboa - Olaias | Dia 24 Abril - Castro Verde
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. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .Com novidades a espreitar num futuro próximo, José Barros e os
Navegante vão preparando a sua próxima vaga. Até lá, o grupo vai-se apresentando ao
vivo, levando ao palco as histórias musicais de mais de 10 anos e quatro discos de
inéditos.
José Barros os Navegante fecharam um importante ciclo da sua carreira musical
com o lançamento de um duplo álbum ao vivo, precisamente "Vivos... e ao vivo",
coroando desta forma um percurso com vários discos de inéditos, em torno da música
tradicional portuguesa.
No caso particular do "Vivos... e ao vivo" esse desafio foi mesmo
levado ao extremo, já que o disco sai exactamente com aquilo que foi gravado - sobretudo
no espectáculo realizado no ano passado no Centro Cultural Olga Cadaval, sem retoques e
correcções de estúdio.
Segundo o próprio José Barros, o projecto prepara-se agora para uma próxima
odisseia discográfica, cujos contornos - embora ainda não estejam totalmente defindos -
vão seguramente alterar-se em busca de uma nova sonoridade. Talvez mais cordofones
portugueses e o recurso a um guitarrista "a tempo inteiro" na formação base
dos Navegante.
O grupo surgiu em 1992, como consequência "natural" do projecto
pessoal do próprio José Barros - que já antes se tinha juntado ao Rui Vaz para formar o
grupo Bago de Milho (entre 1983 e 86 quatro anos de existência e um disco).
Mais tarde, o músico esteve também na origem do grupo Romanças (que durou
seis anos e editou dois discos) - talvez o primeiro grupo a assumir declaradamente uma
vertente mais "folk" para a música tradicional portuguesa.
Pelo meio destes projectos, houve tempo para muitas outras colaborações com
vários grupos e projectos. É o caso da Ronda dos Quatro Caminhos e de Isabel Silvestre -
tendo sempre como elo comum a musica de raiz tradicional portuguesa.