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Maria Alice (Cabo-Verde)

 

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Destaques do Programa

Quarta, 8 de outubro, 22:00h
Maria Alice
(Música Cabo-Verde)

Quinta, 9 de Outubro, 22:00h
Ballett tradicional kilandukilo
(Danças tradicionais)

Sexta, 10 de Outubro, 22:00h
Batucadeiras Voz d`África
(Batuque e voz)

Refillon
(Música)

Sábado, 11 de Outubro, 23:00h
Djumbai Jazz
(Música)

Domingo, 12 de Outubro, 10:00h
Workshops de dança africana

(na BMAG) com Maio Coopé

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Porto
PortÁfrica
Confluências da cultura africana

Porto, Biblioteca Almeida Garrett, de 8 a 12 de Outubro de 2003
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Batuque, contadores de histórias, dança, cinema e gastronomia são alguns dos muitos argumentos do programa da 3ª edição do PortÁfricas – III Encontro de Culturas Porto 2003 - a decorrer entre os dias 8 e 12 de Outubro, no Porto.

O PortÁfricas – III Encontro de Culturas/Porto 2003, voltará a ter como sede o Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett, no Porto, entre 8 e 12 de Outubro. Esta terceira edição apresentará música, cinema (documental e ficção), conferências, contadores de estórias, dança, uma exposição colectiva de artes plásticas, gastronomia, música, stands, teatro e workshops descentralizados para as escolas da freguesia de Ramalde.

A exposição de Artes Plásticas designada "Fronteiras Contestadas" conta com trabalhos de jovens artistas africanos - assinalando a abertura do PortÁfricas no dia 8 de Outubro, que contará com a presença de José Amaral Lopes, Secretário de Estado da Cultura. O Evento finalizará com o lançamento oficial do ultimo romance "Jaime Bunda e a morte do americano", de Pepetela. O escritor angolano estará presente para a respectiva sessão de autógrafos.

No programa Musical, temos logo no dia 8 a voz da cabo-verdiana Maria Alice - uma intérprete marcada pelas diversas tonalidades da sua voz e pela emoção que consegue transmitir – uma voz cristalina, sensual e intensa. Uma voz que revela um estilo próprio e uma personalidade única no panorama da música cabo-verdeana. “Lágrima e Súplica” é o seu mais recente CD, editado em 2002.

No dia seguinte, dia 9 de Outubro, lugar então à dança com o Ballett Tradicional Kilandukilo - que foi fundado por jovens em 1984, em Angola, tendo como linhas mestras a divulgação da arte africana em geral. Neste colectivo trabalham com instrumentos tradicionais em conjunto com as mais variadas vertentes da dança tradicional Angolana e da dança contemporânea africana.

No dia 10 de Outubro, volta a música, neste caso com as Batucadeiras Voz d’África - um grupo que surgiu em 1997 no Bairro das Marianas, com o apoio da Câmara Municipal de Cascais. Contam já com várias actuações. O grupo é formado por 23 mulheres cabo-verdianas da Ilha de Santiago, que não querem deixar esquecer esta tradição musical e cultural. A dança do batuque é uma importante manifestação artística e cultural da Ilha de Santiago, Cabo Verde. A dança é acompanhada por um só instrumento, o pano tradicional de Cabo Verde, que é enrolado e pressionado entre as pernas e tocado como um batuque. As mulheres tocam, dançam, mexendo freneticamente as ancas e cantam, exprimindo louvor, critica e sátira sobre pessoas e acontecimentos que marcam o seu dia a dia.

No mesmo dia, depois do batuque, sobe ao palco da Biblioteca Almeida Garrett, o grupo Refilon - surgido sobretudo da necessidade de comunicar musicalmente. O grupo utiliza uma linguagem que assente na cultura e nos ritmos cabo-verdeanos em fusão com todo o conjunto de experiências vividas, emoções sentidas, influências partilhadas: especial incidência nas demais sonoridades afro, nas arritmias jazzísticas e na tranquilidade do blues, a cantar a mesma saudade de sempre: terra, mãe, seca, tchuva na mar d’canal ... retorno de saudade. Neste colectivo jogam três guitarras acústicas, três vozes (às vezes cinco, às vezes seis), baixo, bateria e percussão, trazendo um repertório de originais.

No penúltimo dia do encontro, dia 11 de Outubro, temos então a participação dos Djumbai Jazz - um grupo formado em 1998, em Portugal, os Djumbai Jazz exploram uma das mais ricas culturas musicais do mundo, Mandinga (música Etno Urbana “Gumbe”), através da música e da dança. Mestres Djumbai são artesão de ritmos e melodias fluidas. O grupo é composto por voz , percussão, kora, guitarra eléctrica e acústica e dança.

Como actividades complementarres, termos um Workshop de dança e percussão africana intensivo, de 6 horas, e que terá lugar durante o fim de semana, 11 e 12 de Outubro, das 10h às 13h, com entrada livre. Será realizado no auditório da Biblioteca Almeida Garrett, uma iniciativa que estará a cargo do músico e bailarino guineense Maio Coopé.

Maio Coopé é um artista que sempre procurou trabalhar a sua voz e o seu corpo em harmonia com a percussão, numa simbiose perfeita entre o tradicional e a modernidade. Maio Coopé, nos seus espectáculos, faz comédia musical com danças tipicamente africanas, num estilo que varia do tradicional, do Gumbé e moderna. Actualmente, faz parte do grupo de música e dança Djumbai Jazz.

O PortÁfricas seguirá também por Worshops nas Escolas - levando até aos alunos contadores de histórias, workshops de dança e de música africana. Voltar ao Topo


 

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