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BEV (Itália)

 

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Programa

Stª Maria da Feira
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Dia 20 de Junho 2003
Castelo
(Portugal) Grupos corais
(Itália)
Antonella Ruggiero
(Itália)
Alessandro Safina

Dia 21 de Junho 2003
Zona envolvente à piscina
(Cabo Verde)
Fertilizante
(Napoles)
Alan Wurzburger
(Galiza)
Luar na Lubre
(Portugal)
Cabeças no Ar
(Itália)
Samuele Garofali
(Portugal)
The Face
(Portugal))
Hiranyagarbha

 

Ponte de Sôr
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Largo da Feira

Dia 8 de Julho 2003, 22 h
(Cataluña) Discipulos de Morales

Dia 9  de Julho 2003, 22h
(Galiza) Luar na Lubre

Dia 10 de Julho 2003, 23 h
(Cabo Verde) Bana

Dia 11 de Julho 2003, 23h
(Grécia) Lambros Karaferis
(Grécia)
Grupo de Dança

Dia 18 de Julho 2003, 21:30h
(Náapoles) Carlo Faiello

Dia 25 de Julho 2003, 21:30h
(Itália) BEV

Zona Ribeirinha
Dia 6 de Setembro 2003, 21:30h

(Giné-Bissau) Manecas

 

V. R. Stº António
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Monte Gordo

Dia 9 de Agosto de 2003
  (Valencia/Itália) Urbàlia Rurana

Dia 10 de Agosto 2003
(Marroccos) Nour Eddine

Dia 15 de Agosto
(Nápoles) Carlo Faiello

Dia 23 de Agosto
(Portugal) Lula Pena
(não confirmado)

 

Castro Verde
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Teatro Mubicipal

Dia 12 de Setembro 2003
(Sardenha) Elena Ledda

Dia 14 de Setembro 2003
(Portugal) Lula Pena
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Várias localidades
XI Sete Sóis Sete Luas
Rede de Músicas do Mundo
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Stª Maria da Feira, Vila Real de Stº António, Ponte de Sôr e Castro Verde são as princiapais localidades portuguesas que recebem este ano a XI edição do Festival Sete Sóis Sete Luas, este ano com uma redução significativa de concertos no nosso país.

Mantendo o espírito de rede, o Sete Sóis Sete Luas traz diversos espectáculos de músicas alternativas ao nosso país, a par de outras localidades - sobretudo de Espanha e Itália. Só que a crise financeira que afecta em grande parte as autarquias portuguesas está a ter, este ano, fortes repercursões na quantidade de espectáculos.

O Programa de Santa Maria da Feira, a "Festa da Música" reduz-se aos dias 20 e 21 de Junho, contando com a presença de vários grupos, divididos pelo Castelo e pela zona que circunda a piscina. No dia 20, actuam no Castelo Antonella Ruggiero e Alessandro Safina, ambos de Itália; para além de vários grupos corais de Santa Maria da Feira. O Dia 21, mais preenchido, conta com a participação do grupo Cabo verdiano Fertilizante; Alan Wurzburger de Napoles; os galegos Luar na Lubre; o projecto Cabeças no Ar; Samuele Garofali de Itália. Nesse dia, há ainda a participação de dois projectos de Santa Maria da feira: The Face e Hiranyagarbha.

Em Setembro, entre os dias 4 e 14, a cidade de Stª Maria da Feira recebe uma programação de luxo relacionada com as artes de rua  - "Imaginarius" - ao todo sete dias intensamente povoados por alguns dos mais originais projectos nestas áreas.

Em 2003, Ponte de Sôr é a localidade portuguesa com maior participação para a XI edição do Sete Sóis Sete Luas, organizando espectáculos durante praticamente todo o mês de Julho. O programa arranca dia 8 com o grupo catalão "Discipulos de Morales"; no dia 9 actuam novamente os galegos Luar na Lubre; e no dia 10 é a vez de Bana e da música de Cabo Verde. O dia 11, dá lugar à dança pelos colectivos Lambros Karaferis (Ioannina, Grécia), Grupo de Dança Tradicional do Centro Cultural de Ioannina (Epiro, Grécia). O programa prossegue depois no dia 18, com a participação de Carlo Faiello, de Nápoles e a actuação de um dos mais aclamados projectos italianos da actualidade, os Bonifica Emiliano Veneta. Ponte de Sôr fecha a sua programação em Setembro, com a prestação de Manecas, da Guiné-Bissau.

Vila Real de Stº António, mais precisamente Monte Gordo, recebe também menos espectáculos este ano - mas aposta em algumas das melhores apostas do cartaz do Sete Sóis Sete Luas. Arranca no dia 9 de Agosto com os Urbàlia Rurana, um grupo de Valência que conta com a participação do Italiano Maurizio Martinotti. No dia 10, entra em palco o marroquino Nour Eddine, outro nome que já participou em edições anteriores do Festival. No dia 15 é a vez de Carlo Fiello, de Nápoles. O final será em grande, com a apresentação de Lula Pena.

Finalmente Castro Verde, também uma região tradicionalmente ligada a este festival, vai apenas contar com dois concertos: o primeiro será no dia 10 de Setembro, com Elena Ledda, da região da Sardenha e o segundo trará novamente ao palco Lula Pena e Ficções.

De resto, o Festival Sete Sóis Sete Luas, iniciado em 1993, é um projecto promovido por uma Rede Cultural com cerca de 50 pequenas cidades em cinco países: Portugal, Itália, Espanha, Cabo Verde e Grécia. Sete Sóis Sete Luas, em 2002 na sua décima edição, realiza os seus projectos principalmente no sector da música popular, étnica e tradicional (mas também no campo do teatro e das artes plásticas), conseguindo envolver nas suas actividades grandes figuras da cultura europeia. O Presidente Honorário do Festival é o grande escritor português José Saramago, Prémio Nobel da Literatura. O Festival Sete Sóis Sete Luas já venceu três vezes o Prémio Caleidoscópio da Comissão Europeia, pela dimensão europeia e pela elevada qualidade cultural do projecto.

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20 Junho - S. Maria da Feira
Alessandto Safina (Itália)

É desde os 9 anos, devido a um pai que amava muito a música, que Alessandro Safina se dedica ao canto lírico, percebendo muito cedo que poderia trabalhar a sua voz como um instrumento especial. Foi a cantar ópera que pisou pela primeira vez um palco. É italiano mas vive em França onde é muito apreciado. Foi descoberto pelo produtor italiano Romano Musumarra e pelo músico Eric Ghenassia, tendo ambos ficado impressionados pela maravilhosa e potente voz do jovem. O projecto dos dois era de achar um cantor que permitisse uma perfeita união entre a música lírica e a pop: entenderam imediatamente tê-lo encontrado em Alessandro. O tenor italiano aceitou o desafio de dedicar-se a um género ainda muito pouco explorado, a ópera pop. Os seus atributos vocais e físicos permitiram-lhe uma entrada imediata nos tops internacionais, tendo obtido, com o seu último trabalho, o duplo disco de platina. Hoje Safina, com 35 anos, é interprete afirmado de personagens de importantes obras como La Bohème de Puccini ou l’Eugène Onegin de Tchaikovski.

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21 Junho - S. Maria da Feira | 9 Julho - Ponte de Sor
Luar na Lubre (Galiza)

Os Luar na Lubre, formados em 1986 na Coruña (Galiza), são, sem dúvida, a formação que melhor representa a tradição musical galega. O seu projecto musical baseia-se sobretudo na busca das raízes musicais e culturais da região. Este grupo tem participado em inúmeros festivais internacionais, levando a música da gaita de foles galega e o cantar típico das suas gentes além fronteiras da nobre Galiza.

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21 Junho - S. Maria da Feira
Samuele Garofali (Itália)

Em Voyage, primeira gravação de Samuele Garofoli com este título não apenas através do repertório, maioritariamente constituído por composições originais, marcadas por influências que vão da pop à música étnica, mas também graças aos músicos envolvidos no projecto, tanto mais que partilham uma ideia sobre a música clara e pujante, reconhecendo na música um papel cada vez mais importante em termos de comunicação.

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21 Junho - S. Maria da Feira
Giovanni Wurzburger (Itália)

Autor, compositor e cantor, Giovanni Wurzburger, dito “Alan”, revisita, com a força e a graciosidade das suas composições, a grande tradição da canção napolitana, explorando as músicas e os ritmos do Mediterrâneo. Napolitano a despeito do nome, após ter-se exibido durante os anos ’70 em locais de contestação, decide partir à procura de novas aventuras musicais. É assim que toma contacto com a música underground londrina e com as sonoridades espanholas. Em 1994 publica o primeiro CD “Alan Wurzburger” no qual participam grandes nomes do jazz, como Karl Potter, Daniele Sepe, Nico Casu, entre outros. Em 2002, com a etiqueta World Music italiana Sottosuono, realiza o novo álbum “Amour Amer”, onde convergem os sons das vielas napolitanas unidos às sonoridades hispano-andaluzes, etno-folk e blues. Os textos são essenciais em toda a obra de Wurzburger: irónicos, aguçados, compõem o retrato de uma humanidade densa, egoísta e cínica, com momentos de uma forte crítica social.

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10 Julho - Ponte de Sôr
Bana (Cabo-Verde)

Gigante orgulhoso, Bana é considerado o mais importante cantor das ilhas de Cabo Verde. Foi o primeiro intérprete a difundir a nível internacional os característicos ritmos da música cabo-verdiana: mornas, coladeiras, funanà. Tal facto valeu-lhe a atribuição de uma medalha de mérito, em 1992, por parte do Presidente da República de Cabo Verde e, igualmente, em 1995, por parte do Presidente português. Nasceu em Mindelo, na ilha de São Vicente, em 1932. Iniciou a sua carreira de cantor aos 14 anos e editou o primeiro álbum no Senegal, em 1962. As interpretações de Bana são verdadeiras referências da música cabo-verdiana. A sua voz e forma de as interpretar são inimitáveis. O seu estilo e a sua personalidade marcaram uma época. A voz doce e quente, representando o ideal de voz masculina, contrabalança com a da famosíssima Cesária Évora. Bana, com mais de cinquenta anos de actividade artística e uma vida percorrida entre Lisboa e o resto da Europa, tendo realizando mais de 45 álbuns e numerosos concertos, pode enfim apreciar o sabor da sua consagração a "voz de ouro" da sua bela terra.

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11 Julho - Ponte de Sor
Grupo de Dança (Grécia)
O grupo de Dança do Centro Cultural de Ioannina (cidade sede da secção grega do Festival Sete Sóis Sete Luas) apresenta um original espectáculo baseado nas danças características das diferentes regiões do Norte da Grécia: Epiro, Macedónia e Tracia. Os bailarinos, nos seus característicos e coloridos trajes tradicionais, conseguem envolver o público em ritmos irresistíveis, acompanhados por Lambros Karaferis, importante músico do Epiro.

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11 Julho - Ponte de Sor
Lambros Karaferis (Grécia)

Lambros Karaferis nasceu em Lithino, uma pequena cidade da região do Epiro, na Grécia. Iniciou-se desde criança na música da região, tocando flauta. Aos quinze anos começou a aprender clarinete com músicos locais. Aprofundou os seus conhecimentos, procurando aprender com músicos gregos de renome, o que o levou até Atenas. Aos dezassete anos era então um dos profissionais do clarinete mais reconhecidos da região. Para além da sua actividade regular em festas e celebrações locais, participa em vários discos e realiza regularmente concertos. Em 2001 inicia a sua colaboração com o grupo francês "Une anche passe", com o qual gravou o disco "Nigris". É professor de clarinete no Conservatório Municipal de Ioannina (desde 1994) e também no Departamento de Música Tradicional do TEI de Epire (nos dois últimos anos), bem como na Escola Universitária de Estado residência de pesquisa sobre músicas populares.

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18 Julho - Ponte de Sor | 15 Agosto - Vila Real de S. António
Tammurriata Remix
de Carlo Faiello
(Itália)

O repertório do ensemble Tammurriata Remix, grupo vocal e instrumental criado por Carlo Faiello, autor-compositor de entre os mais afirmados na cena musical italiana, está orientado para composições originais e tradicionais que sabem aproveitar o espírito da nova música popular napolitana. O espectáculo “As Danças de Dionísio” é uma performance concentrada nos ritmos rituais e espectaculares comuns a toda a área do Mediterrâneo. A exibição decorre numa Babel de sons, línguas, gestos, a fim de evocar formas de danças libertadoras ligadas à energia dionisíaca.

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25 Julho - Ponte de Sor
BEV (Itália)

Em Novembro de 99 a revista musical norte-americana “Dirty Linen”, num artigo dedicado a BEV, escrevia: “a música deles, ainda que puramente acústica, explode com a energia do rock”. De facto, o trabalho do grupo do Nordeste de Itália é uma “instalação” musical totalmente acústica; constrói um género absolutamente moderno, através da reprodução de várias formas das raízes culturais e musicais que dela emana, ganhando cor e energia. BEV nasce no início de 1998. Desde então deu inúmeros concertos na Europa. O primeiro Cd do grupo, “Apotropaica” (1999), teve um acolhimento entusiástico por parte da crítica especializada europeia. A revista alemã “Folkworld” premiou “Apotropaica” como melhor disco do ano. A mesma revista, na classificação anual de 2000, refere-se ao concerto de BEV como um dos melhores, por entre os 10 mais do “live act” europeu. Aparece agora “Variabile/Naturale” - um disco que confirma este colectivo como um dos melhores no panorama da musica tradicional italiana e europeia.

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9 Agosto - Vila Real de S. António (Monte Gordo)
Urbalia Rurana
com Maurizio Martinotti
(Espanha/Itália)

O grupo Urbàlia Rurana foi criado em 1990 para realizar um repertório de música popular valenciana e mediterrânica. A instrumentação do grupo é exclusivamente ìacústicaî, no sentido de preservar uma sonoridade popular e étnica de cariz mediterrânico. Urbàlia Rurana realizou imensos concertos e bailes em povoações da Comunidade Valenciana, Catalunha e Ilhas Baleares. Recebe o Prémio RNE-Ràdio Quatre em 1992, melhores arranjos, pelo seu primeiro disco A la banda de migjorn e o Prémio Puig-Porret, em 1995, do Mercat de Música Viva de Vic, pelo seu trabalho em colaboração com o grupo Primera Nota, Folk Nou. Actualmente, além dos seus concertos habituais, tem em digressão o espectáculo baseado no seu último CD Territoris Amables, trabalho realizado conjuntamente com o músico Maurizio Martinotti, classificado por entre os 20 melhores CDs europeus, pela revista de internet Traditional Arranged. Desde 1977 que Maurizio Martinotti se dedica à investigação sobre o repertório instrumental e vocal piemontês, trabalhando em estreita colaboração com músicos e cantores do género tradicional. Tem, através da música, dado a sua contribuição para a recuperação de um instrumento antigo em desuso: a viola de roda ou ghironda. Desde 1980 que realiza diversos cursos e seminários sobre este instrumento.

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10 Agosto - Vila Real de S. António
Nour Eddine (Marrocos)

Extraordinário cantor e multinstrumentista marroquino de origem berbere, muito apreciado no panorama internacional da World Music. A sua música junta sons e atmosferas de profunda espiritualidade aos ritmos arrebatadores da festa ritual, quando as percussões são protagonistas absolutas: o resultado é uma envolvente “cura” colectiva para a mente e para o corpo. Autor de muitas obras musicais nos estilos do deserto e do Mediterrâneo, fundou vários grupos de música, realizando concertos em vários países do mundo. Nour-Eddine apresenta agora o seu novo espectáculo baseado na redescoberta da rica e fascinante tradição tribal e ritual Gnâwa e Jahjûka, com ligações ao sufismo. A cerimónia Gnâwa, que decorre durante uma noite inteira, é um rito de possessão com funções essencialmente terapêuticas, composto por três fases: ‘ada, uma procissão cheia de cores, um desfile barulhento e frenético que convida para a dança e para a vibração; os kûyû, uma série de danças a cargo dos músicos que ainda não é o transe, mas sim um preliminar do transe, um espectáculo; enfim uma preparação para a última fase, a dos m’louk, que leva o transe ao seu estádio mais alto. A voz extraordinária de Nour-Eddine (que também toca alaúde, percussões, viola e ghaytâ) é acompanhada por uma banda de jovens músicos do Magrebe.

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23 Agosto - Vila Real de S. António (Monte Gordo) |
14 Setembro - Castro Verde
Lula Pena (Portugal)

Lula Pena tem já os atributos de uma grande cantora: primeiro, o dom da interpretação, que a habilita a revisitar e literalmente a reinventar algumas das grandes canções do repertório lusófono... depois, a originalidade do seu olhar: atenta a tudo, Lula captura emoções... Por último, e acima de tudo, a voz.... grave, carinhosa, tensa, sombria, sensual, quente, animal, lasciva... em resumo uma daquelas vozes que nunca se esquecem.

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12 Setembro - Castro Verde
Elena Ledda (Itália)

Elena Ledda nasceu na Sardenha, uma terra rica em músicos extraordinários capazes de promover o património cultural da ilha com coerência sem deixarem contudo de o alimentar com os sons da contemporaneidade. O mais recente projecto musical de Elena Ledda, Maremannu, coordenado com Mauro Palmas e realizado na Alemanha com a cuidadosa produção de Friedemann Witecka, alcança um perfeito equilíbrio entre músicas da tradição propostas com novos arranjos e outros tipos de sonoridade no estilo da world music. A voz de Elena Ledda é não só versátil e expressiva, mas também potente e agressiva, ergue-se com sabedoria e sensibilidade sobre este material sonoro proporcionando emoções intensas aos ouvintes. Uma voz que canta temas de amor propiciatórios, dramas despedaçadores de vida vivida ou canções de embalar cheias de ternura que fazem sonhar. Voltar ao Topo

 

 

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