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Paul Morocco & Olé!

 

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Programa

Dia 11 - 21h30
Grande Auditório
Superbanda!

Dia 11 - 23h15
Tenda - Café-concerto
Bigodes Band

Dia 12 - 21h30
Grande Auditório
Lições Musico(i)Lógicas

Dia 12 - 23h15
Tenda Café-teatro
Oskar & Strudel

Dia 13
Local a definir
A carroça das Percussões

Dia 13
Local a definir
Oskar & Strudel

Dia 13
Local a definir
Muito Riso, Pouco Siso

Dia 14 - 21h30
Grande Auditório

Olé!

Dia 15 - 21h30
Grande Auditório
Aqui Jaz um Poeta
dum Cabrão

Dia 15 - 23h15
Tenda Café-teatro
Au Gaciar!
Ou Apocalipse sobre a mesa

Dia 16 - 21h30
Grande Auditório
Rock & Clown

Dia 16 - 23h15
Tenda Café-concerto
Foyalé

Dia 17 - 21h30
Grande Auditório
Itizzz... Same Song

Dia 17 - 23h15
Tenda café-poesia
Muito Riso, Muito Siso

Ddia 18 - 21h30
Grande Auditório
WOK!
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Águeda
Festival O Gesto Orelhudo
Musicómicos e as suas rábulas sonoras
Águeda, Auditório de Recardães, de 11 a 18 de Outubro de 2002
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O Festival "O Gesto Orelhudo" está recheado do que de melhor se produz no nosso planeta, em termos de humor músico-teatral. À música e ao teatro junta-se agora o novo circo, numa paleta de disciplinas artísticas que promete muitas barrigadas de riso.

Esta 3ª edição do festival será, no mínimo, explosiva: é o resultado óbvio de uma programação multi-artística que exalta o burlesco e o humor, na simbiose de duas das mais expressivas artes de palco: a música e o teatro. Aliás, uma coisa é certa: a toda a programação é comum uma figura instituída por esta edição do festival, o
musicómico.

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Depois deste passatempo, seleccionámos oito novos instrumentos musicais, surgidos agora no rico firmamento da Música tradicional e popular. Fique aqui com as designações e as respectivas descrições. Não prometemos som. Mais...
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A edição de 2002 foi intencionalmente deslocada para o Outono, privilegiando-se desta vez a programação de auditório. É esta a principal inovação ao formato do festival, até aqui instituído como evento de Verão, obreiro que foi de verdadeiros milagres de adaptação de espaços não-convencionais nas duas primeiras edições,
de tão boa memória para Águeda (1999 e 2001).

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6ª Feira, dia 11 de Outubro, 21h30 Grande Auditório
Superbanda!
Banda Osiris
(Itália)

Este quarteto de sopros é uma comédia! Com os quatro destreinados elementos da Banda Osiris, a música chega-nos por irónicas incursões dos músicos, inacreditáveis descalabros e muitos “gags”. Suspenso entre variedades e presença circense, entre mimo e um refinado cabaret, no espectáculo reconhecem-se vários estilos, do clássico ao rock, do metal ao folk, da fanfarra ao dixieland. É também recorrente o uso dos instrumentos contrário à sua normal função. Os favoritos são o trombone, um autêntico traste mal-jeitoso, e a tuba, grotesca contradição de qualquer evocação do sublime. Do resto nos conta o espectáculo “Superbanda!”. Este quarteto de sopros é um dos colectivos italianos mais considerados em termos de comédia musical.

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6ª Feira, dia 11 de Outubro, 23h15 Tenda - Café-concerto
Bigodes Band
Sopa Produções (Portugal)

A animação burlesca da música dos filmes de Fellini. Quatro músicos, cuja única semelhança entre si está no bigode, trazem a banda sonora para a realidade, tocando a música de Nino Rota, compositor predilecto de Fellini. Nino constrói o seu estilo misturando o jazz, a música clássica, a música circense e o imaginário pop italiano dos anos 50/60. Ao interpretar a obra de Nino, a Bigodes Band traz consigo a animação, o swing, o humor e a nostalgia que esta grande música evoca.

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Sábado, dia 12 de Outubro, 21h30 Grande Auditório
Lições Musico(i)Lógicas
La Trova (Espanha)

Uma cómica e genial lição de história da música. O espectáculo pseudo-pedagógico de La Trova é um malabarismo musical desde a primeira nota. Este espectáculo é, antes do mais, uma divertida lição de história da música, uma saudável paródia de aguda ironia, guiada por incríveis actuantes, mas mais que isso, por exímios músicos. Em “Novas Lições Musico(i)lógicas”, de nada nos rimos sem uma pincelada de elegância e de inteligência. O público não deixa de se surpreender: umas vezes, solta directamente uma gargalhada; outras, boquiaberto, pensa uns segundos antes de rir, com a íntima satisfação de lograr atingir uma pirueta mental. E só tem a felicitar a aura inconfundivelmente erudita e genial do colectivo La Trova.

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Sábado, dia 12 de Outubro, 23h15 Tenda Café-teatro
Oskar & Strudel
Thomas Greder (Suíça) e Trent Arkley Smith (Austrália)

Uma parelha fenomenal que corre o mundo a encantar os públicos. A habilidade e a comédia sublime de Oskar coincidem com o virtuosismo musical e o encanto irresistível de Strudel. As suas actuações envolvem o público numa paródia da condição humana e transportam-nos para onde a vida e a comédia são a mesma coisa, misturando circo contemporâneo, teatro de rua e música ao vivo.

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A carroça das Percussões

Espiral - Associação Cultural (Portugal)

Andam percussionistas endiabrados pelas ruas. Continuando a explorar a premissa inovação/tradição, a Espiral apresenta a sua nova produção de rua. Esteve na última edição d’O Gesto Orelhudo com “Gigantones & Circaçudos”, e apresenta agora “A Carroça das Percussões”, um espectáculo deambulatório aliando música, teatro e circo numa conjugação inovadora e contemporânea. Partindo de ritmos populares portugueses miscigenados com outros ritmos do mundo, cinco personagens fantásticas investem numa estrutura móvel construída a partir de velhas bicicletas e canas, transportando tambores, agogôs, pratos e instrumentos reciclados. Movimentos de coro dramático, pequenos diálogos teatrais e malabarismo, extrapolam este espectáculo das suas fronteiras musicais para um espectáculo multidisciplinar, que, pelo seu poder sonoro e visual, não deixa ninguém indiferente.

Domingo, dia 13 Outubro, Local e horário a definir
Oskar & Strudel
Thomas Greder (Suíça) e Trent Arkley Smith (Austrália)
Uma parelha fenomenal que corre o mundo a encantar os públicos

Domingo, dia 13 de Outubro, Local e horário a definir
Muito Riso, Pouco Siso
Andamento e d’Orfeu (Águeda, Portugal)

Pela boca morrem os textos humorísticos da literatura de expressão portuguesa.

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2ª feira, dia 14 de Outubro, 21h30 Grande Auditório
Olé!
Paul Morocco & Olé! (Reino Unido)

Um impensável trio de magistrais guitarristas flamenco! É “só” um crime perder este espectáculo de Paul Morocco. A luz apaga-se e está aberto caminho para o fogo, tal como num terreiro andaluz. Paul Morocco e "sus amigos" são endiabrados guitarristas. Estes três “machos latinos” estão prontos para levantar a guitarra e atacar o público sem remissão. A luz segue o “speed” flamenco da dança e o fogo tanto sai das guitarras como das mãos e dos pés. Estes loucos bandidos, com os seus números circenses, chicoteiam a assistência até ao seu frenesim emocional. Paul Morocco e os músicos do seu louco trio tocam juntos num dos mais impensáveis e divertidos espectáculos alguma vez já visto por estas bandas. Em “Olé!”, onde estão os mais alegres ritmos do flamenco, os três virtuosos guitarristas lutam pelo seu orgulho enquanto tocam, fazendo “trinta por uma linha” das suas guitarras espanholas. Grande “fiesta” a não perder!!!

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3ª feira, dia 15 de Outubro, 21h30 Grande Auditório
Aqui Jaz um Poeta dum Cabrão
Teatro ao Largo (Portugal)

Espectáculo musicado sobre as histórias do poeta Manuel da Fonseca. Numa das suas últimas entrevistas, o poeta alentejano Manuel da Fonseca disse que queria inscritas na lápide da sua campa, as palavras “Aqui Jaz Um Poeta Dum Cabrão”. Uma vontade típica deste homem! Era um escritor que gostava de descrever os aspectos cómicos e invulgares de viver e crescer numa vila alentejana. Construído a partir das histórias do poeta vagueando pelas ruas e tabernas de Santiago do Cacém, o espectáculo relata cenas e histórias contadas, entrelaçadas com poemas, ao som de música original ao vivo. Trata-se da estreia nacional do novo espectáculo do Teatro ao Largo, uma companhia com grande tradição no teatro de rua e que aposta, pela primeira vez, com este elenco de actores-músicos, numa produção de sala. O Gesto Orelhudo apadrinha.

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3ª feira, dia 15 de Outubro, 23h15 Tenda Café-teatro
Au Gaciar!
Ou Apocalipse sobre a mesa

Fran Pérez e Carlos Santiago (Galiza)

A memória A memória (falível) dos autores de um grande espectáculo.
“Au Gaciar!” era o título do espectáculo que a companhia Trigo Limpo teatro ACERT estreou no último ano do milénio e que encerrou o Festival O Gesto Orelhudo em 1999, na Casa do Adro, numa noite de grande memória. Um dos autores do argumento, Carlos Santiago, e um dos autores da música, Fran Pérez, ambos galegos, recriam vários fragmentos desta peça apocalíptica, originalmente concebida como produção para grandes espaços abertos, mas desta vez com a ajuda apenas de uma mesa, dois microfones, um piano eléctrico e um leitor de CD’s, numa leitura dramática onde o canto lírico e o hip hop dão as mãos para ilustrar aquilo que ainda nos pode fazer sorrir no último dia da existência do mundo.

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4ª feira, dia 16 de Outubro, 21h30 Grande Auditório
Rock & Clown
Producciones Yllana (Espanha)

Tudo acontece neste concerto rock perfeitamente imperdível. Um concerto rock cómico. A colisão entre o rock e o novo circo dá este resultado: um trepidante concerto teatral, energético e desenfreado, onde a música se converte no principal veículo para construir o humor. Quatro musicómicos trazem à cena o seu peculiar concerto, no qual nos mostram as suas emoções, angústias, gostos, fobias, afrontas e pequenas loucuras musicais que farão o público saltar das suas cadeiras. A música em directo com diminutas guitarras eléctricas e bateria portátil permitem criar um concerto teatral com desastrosos números circenses, incríveis números de percussão, bonecos perversos, espectadores que se convertem em músicos e um final harmonioso entre musicómicos e público. Rock & Clown é sobretudo um espectáculo cómico, impregnado com o habitual humor mordaz e transgressor da companhia madrilena Yllana, uma verdadeira potência europeia na produção de espectáculos de humor.

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4ª feira, dia 16 de Outubro, 23h15 Tenda Café-concerto
Foyalé
Bernard Massuir & Stéphane Salkin (Bélgica)

Lembram-se dele? juntem-lhe uma guitarra... Improvisação pura e dura. Bernard Massuir cruza a sua delirante vocalidade com um guitarrista companheiro de longas viagens musicais, Stéphane Salkin. Um momento musical transbordante. E efémero.

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5ª feira, dia 17 de Outubro, 21h30 Grande Auditório
Itizzz... Same Song
Bernard Massuir (Bélgica)

O público exigiu o regresso deste delirante “músico-clown”. Aclamado como melhor espectáculo na votação do público n’O Gesto Orelhudo 2001, o espectáculo “Itizzz... Some Sing” - um solo genial do belga Massuir - é reposto na íntegra e sem alterações, excepto no título. Um homem e o seu instrumento chamado voz. Adepto do nada nas mãos (ou quase), Bernard Massuir apresenta um delirante recital vocal a solo. Um espectáculo onde o cantor-actor e o “clown” se debatem entre o humor musical e o delicioso minimalismo. Ainda “a capella” ou já depois da magnífica aparição de “Mr. Ukelele”, este músico belíssimo transporta-nos pela cena de forma sábia e brilhante. O público sai rendido.

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5ª feira, dia 17 de Outubro, 23h15 Tenda Café-poesia
Muito Riso, Muito Siso
Andamento / d’Orfeu (Águeda, Portugal)

Pela boca morrem os textos humorísticos da literatura portuguesa. Humor? Ironia? Amor? Poesia? Música? Teatro? Fantasia? Tudo servido com maior ou menor atrevimento, no serão do Andamento... Este espectáculo multidisciplinar é uma criação e produção do "Andamento" - o colectivo poético-musical da d'Orfeu, dando lugar sobretudo à palavra nesta edição do "O Gesto Orelhudo".

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6ª feira, dia 18 de Outubro, 21h30 - Grande Auditório
WOK!
Rui Júnior & Tocá Rufar (Portugal)

Os ritmos avassaladores portugueses num encerramento em cheio! Este espectáculo da Companhia de Música do Tocá Rufar, sob a direcção de Rui Júnior, conta com uma forte componente cénica, teatral e também humorística que reflecte o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido com um grupo dos melhores músicos do Tocá Rufar - grande projecto social de trabalho musical com as percussões tradicionais. Tendo o ritmo como pano de fundo, este é explorado e desenvolvido de diversas formas, conceitos e timbres através do uso de instrumentos de percussão com ênfase para os tambores tradicionais portugueses, da luta de paus, do sapateado e coreografias inspiradas no imaginário tradicional português. A disposição e movimentação dos instrumentos no espaço físico, a dança, a cor, a colocação teatralizada de adereços explorados como elementos percutíveis e a utilização ao nível rítmico de efeitos visuais com o mesmo fio condutor, são factores que criam ambiências avassaladoras e desconcertantes tornando este espectáculo uma experiência inesperada. Um espectáculo em constante mutação, resultado de uma peculiar e única visão do ritmo do criador deste projecto: Rui Júnior. Voltar ao Topo

 

 

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